sexta-feira, 21 de outubro de 2011


          

           Zé, hoje eu senti tanto a tua falta. Lembrei e pensei tanto em tudo o que está acontecendo ultimamente..

          Me  deu uma vontade tão grande de te abraçar e dizer que eu não irei te abandonar, que eu nunca sairei do teu lado, mas eu não pude. A distância nem é tanta, mas cadê que eu saio desse buraco? Não saio. Ah Zé, cadê você aqui? Cadê você e os seus sorrisos, os seus risos, as suas bobeiras? Longe, né Zé? Eu sei... Tá aqui dentro também, no coração. Não basta. É pouco. Como eu te tiro dele e te abraço? Responde Zé, que eu não quero o teu silêncio, não quero essa tua mudez sem motivo, sem razão.

        Zé, deixa eu cuidar de você? Deixa eu me apoiar em você? Eu não quero cair, não quero ter que subir tudo denovo. Por favor Zé, fica do meu lado e não sai dele nunca, nunca mesmo, não me deixa sozinha. Ei Zé, me protege do vento, antes que ele me derrube. Não me deixa ir embora. Cuida de mim.


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