Tantas coisas eu gostaria de te falar, mas nem ao menos sei por onde começar. Eu sei, Zé, as coisas não têm sido muito fáceis ultimamente - se é que algum dia foram -, a vida tem sido tão monótona, tão triste, tão estática. Você sabe - e não tente disfarçar -, não está tudo bem, eu sei disso também. Gostaria de te ajudar, mas como? Eu não sei, não faço a mínima ideia. Um abraço é - ou talvez seja - necessário, mas no momento não é possível. Palavras pouco adiantam, talvez nem ajudem.
Zé, eu queria tanto que não fosse assim, queria tanto que você fosse e estivesse mais feliz. Mas o que eu posso fazer? Nada, senão te apoiar, senão de longe observar os seus passos. Só te peço: não desista assim, não deixe de lutar contra a corrente, não deixe que o vento te atrapalhe. E agradeço por tudo, tudo o que tem feito por mim..
Ei, se algum dia for possível - e acredito que será -, eu quero te ver, nem que seja pra te dar um único abraço ou apenas pra dizer um "oi". Sabe, Zé, você me faz tanta falta, e eu tenho tanto medo.. Tanto medo de te perder pro tempo, pra distância. Talvez não aconteça isso. Talvez sim. Eu não sei. O que eu sei, e tenho certeza, é que você - seja lá como for - é meu irmão, e eu te amo muito, pequeno.
Da sua Maria.

Ahhhh eu te amo, Maria *-*
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