sexta-feira, 30 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Vai, menino...
Me escuta: tire essa tristeza do rosto e jogue-a da janela do seu quarto, do 12º andar, apenas para ter a certeza de que ela não voltará. Vai, vai atrás dos seus sonhos, ergue essa cabeça e segue em frente, e não deixe que nada te impeça, por favor. Corre, menino, não perde tempo, há muito mais lá fora do que você imagina. Corre enquanto é tempo, que o tempo voa e te ultrapassa, e tão de repente te leva, sem que você ao menos perceba, sem que você tenha ao menos vivido.
sábado, 24 de setembro de 2011
Falar dos outros é fácil, o difícil é quando os outros falam de você e te mostram toda a verdade, que até então você tentava evitar. É difícil encarar os fatos, perceber a realidade. Dói, e é como se a sua vida toda não tivesse passado de uma grande mentira. Talvez eles estejam mesmo certos, talvez não, quem sabe? Mas ei, não se importe. Siga em frente. O que eles querem é te fazer mal.
Lost thoughts.
As pessoas sabem mais do que pensam que sabem, e sentem mais do que aquilo que demonstram.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Acho que não sei lidar com as pessoas, nunca soube e talvez nunca aprenda.
Me desculpe, mas eu não sou perfeita, não posso ir além daquilo que me permito ou consigo. Não é culpa minha, entenda, não dá. E sim, o direito é todo seu de se chatear. Faça o que quiser, fale o que quiser e com quem bem entender. Estou indo, sim, mas você sabe, eu sempre voltarei por você, não importa a situação. Até mais.
Me desculpe, mas eu não sou perfeita, não posso ir além daquilo que me permito ou consigo. Não é culpa minha, entenda, não dá. E sim, o direito é todo seu de se chatear. Faça o que quiser, fale o que quiser e com quem bem entender. Estou indo, sim, mas você sabe, eu sempre voltarei por você, não importa a situação. Até mais.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Tantas coisas eu gostaria de te falar, mas nem ao menos sei por onde começar. Eu sei, Zé, as coisas não têm sido muito fáceis ultimamente - se é que algum dia foram -, a vida tem sido tão monótona, tão triste, tão estática. Você sabe - e não tente disfarçar -, não está tudo bem, eu sei disso também. Gostaria de te ajudar, mas como? Eu não sei, não faço a mínima ideia. Um abraço é - ou talvez seja - necessário, mas no momento não é possível. Palavras pouco adiantam, talvez nem ajudem.
Zé, eu queria tanto que não fosse assim, queria tanto que você fosse e estivesse mais feliz. Mas o que eu posso fazer? Nada, senão te apoiar, senão de longe observar os seus passos. Só te peço: não desista assim, não deixe de lutar contra a corrente, não deixe que o vento te atrapalhe. E agradeço por tudo, tudo o que tem feito por mim..
Ei, se algum dia for possível - e acredito que será -, eu quero te ver, nem que seja pra te dar um único abraço ou apenas pra dizer um "oi". Sabe, Zé, você me faz tanta falta, e eu tenho tanto medo.. Tanto medo de te perder pro tempo, pra distância. Talvez não aconteça isso. Talvez sim. Eu não sei. O que eu sei, e tenho certeza, é que você - seja lá como for - é meu irmão, e eu te amo muito, pequeno.
Da sua Maria.
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